4 de janeiro de 2014

12 de setembro de 2013

Post de Época - Os assuntos atuais e como me influenciam.

Quem fica com dózinha pelos que morreram no ataque as torres gêmeas deviam parar com o patriotismo que vocês tem com eles e pensar no motivo deles mandarem seus cidadãos para defender seu pais fora do seu pais, faz tanto sentido. 

O único motivo de todas as guerras que conheço e todas as que estão criando são motivos econômicos. 

É algo tão predominante que já é impossível não depender dele, mas é muito mais fácil ir contra e usufruir de suas minimas vantagens.

Exatamente por isto os problemas para quem tem como ficar vivo não se parecem tão grandes, logo vira uma questão estupida de 'estou vivo, o resto que se foda' e é nessa questão generalizada, que o mundo vai entrando no circuito destrutivo de existência.

Penso que as coisas agem dentro de um equilíbrio, que isto é natural do desenvolvimento da humanidade.

Lutar contra não rompe com a lei da natureza porque não há Lei Natural, mas apenas a espontaneidade da natureza.

Acredito que as coisas acontecem, que tudo veio do nada e que a gente vai acabar e o universo vai continuar.

Que todas as coisas se formam como um circuito, do nada vieram e para o nada voltarão.

Percebam que o mundo evolui e trás consigo o desenvolvimento, mas consequentemente pede a destruição dos recursos para o sobrevivência dos que nela vivem e lutam para perdurar a especie que menos tem risco de sofrer extinção.

Mas tendo em vista o excessivo de pessoas, os espertos com certeza vão explorar os burros, as vezes precisamos no colocar na mesma condição para poder sobreviver em meio a essa mediocridade.

Tantos grandes cargos ocupados por pessoas com capacidade intelectual diminuta e acreditam que o problema de educação se resolve somente na escola, mas não, provavelmente a maior parte da falta de educação vista hoje vem de uma cultura familiar consumista, que só faz compras, vê tevê, 'estou vivo, o resto que se foda', que ensina a burrice entre os seus e depois diz que tem que resolver a problemática das crianças na escolas. Este padrão americano de vida explica perfeitamente tudo que nos rodeia e controla aqueles que se deixam controlar. Na escola somos ensinados a obedecer e a nos rebaixar aos que podem nos ensinar alguma coisa, cortam a cultura da curiosidade e dizem a criança que tudo é errado, logo cresce pensando que não pode fazer nada ou cresce pensando que fazer errado é mais interessante. Muitos viram esses adolescentes que sempre acham que são adultos o bastante e que tem a mesma capacidade e a mesma vivencia, logo se acham no direito de se impor uns sobre os outros. Tanto que essa cultura de ignorância permanece sendo cultivada entre os adultos e muitos só vão perceber a merda que fizeram depois de velhos, depois que já não podem mais aproveitar das frutuosidades da vida. 

Temo que explicar desta forma seja generalizar toda a população, mas levando em conta questões que sempre abordei, ser social contra ser individual, logo acredito ser um ponto de vista individual sendo assim generalizado perante aos demais que discordam, ou seja os seres sociais, mas em que momento o individuo se acha no direito de opinar nas questões alheias das quais não influenciam? O ser individual precisa de atenção para existir, para acreditar que significa alguma coisa no mundo, depende consequentemente do ser social, logo um não sobrevive sem o outro, o que acaba entrando em um fato e que acaba puxando o equilíbrio como explicação para o correto funcionamento deste sistema. 

Começamos a estudar então as relações, a interação do ser social e ser individual e percebemos qual é o nível do que vemos sendo cultivado pelas grandes controladoras da humanidade.

Ao defender a individualidade tudo se reduz a menos pessoas, a menos interações, menos uniões e consequentemente alguns grupos menores e mais espertos se aproveitam da brecha para explorar aqueles que ficaram sem condições, por suas atitudes feitas até então. 

Dentro da questão equilíbrio  muitos argumentos podem ser rebatidos ou podem ser utilizados da mesma forma pelo oponente, como todos subversivos são considerados hipócritas por serem forçados a estar dentro do sistema temos fatos verdadeiros para provar que o que mostram por ai está errado, que a mentira ainda mantem a ordem das coisas da forma que a minoria deseja. 

A conclusão se dá quando percebemos que não existe só um sistema, mas sim vários que da mesma forma que funcionam são desfuncionais, da mesma forma que aparentam utilidade, são desnecessários.

Podemos sobreviver sendo subversivos e contra tudo aquilo que nos forçam a pensar do jeito que eles dizem ser certo. Podemos usar todas as armas do inimigo e conhecer muito bem o inimigo para assim poder enfrenta-lo sem medo.

A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa. -George Orwell





26 de maio de 2013

Falta o motivo.

A mote de toda a bagunça que extrapolava tudo que eu sentia, que confundia todos os dias as boas sensações e me fazia pensar e repensar por horas em qual seria o caminho certo a seguir, hoje se faz significado e nada está certo, está tudo fora dos conformes e se não estiver alguém pode deixar. Estou na fase em que pensar neste sentido é tão vago quanto querer descrever as cores de uma borboleta que nunca mais vou ver. Nunca soube o que seria melhor pra mim daqui em diante, mas tinha idéias que precisavam de tempo para se dar ao luxo de funcionar sem tantos erros. 

Vocês deixaram as crianças irem longe demais, agora elas se perdem no caminho pra casa.

Liberdade tanta que hoje é a que prende. Estava certo de que tudo estava errado, após compreender os seres, da maneira coletiva e individual de se pensar, ficou claro que o que torna as coisas significantes são os prazeres, é aonde a gente se sente mais confortável quanto aos seres excedentes. 
A compreensão sim era dadiva de poucos, as vezes as soluções são tão vendidas, tão comerciais mas nada tão racional. Ao mesmo tempo que dá vontade de desistir mais aumenta a vontade de combater a fraqueza com as forças aliadas. Papo estranho. Essa é minha sensação. Tudo é estranho. 
Eu não sou como antes, a criança romântica e dedicada se perdeu, virou um traste racional que não consegue sintetizar sentimentos, pois tudo lhe era contrário e tudo me parecia tão errado. Antes escrever era inspirado em amores e sentimentos e hoje tudo que escrevo tem sentido e objeção material, envolve as pessoas, mas quanto as suas influencias e suas milhares de visões a serem percebidas.

Imagina que na minha vida tem muitas pessoas significantes e insignificantes, próximas e distantes e neste meio sou influenciado, busco uma paz muito egoísta em meio a tanta gente, mas nada me fazia gostar o bastante da exclusividade dos tratamentos. Poucos, poucos realmente eu exigia essa proximidade, eles me confortam no meio dos conflitos dos quais ainda não aprendi a me relacionar. Nem sempre eu sou o mais inteligente.

Tenho a quem amar e dar amor e escolher o possível, mas nesse meio decisões são essenciais. Nem sei que decisões tomei, não sei mesmo aonde me situar. Só quero ter noção do que escolher antes que seja tarde.


7 de abril de 2013

Qual seu movimento?

Sempre que perguntam coisas desse assunto começo a bolar uma boa resposta, com fundamento e sempre afirmo que 5 sistemas controlam todo o mundo, indiferentemente sem tirar nem por ninguém, alguns compreendem que a melhor forma de se opor a um sistema é conhecendo ele e percebendo o que ele causa e mesmo que por dentro enfrenta-lo diretamente, sim, é utópico mas não impossível, é impossível imaginar um sistema sem falhas, um sistema que funcione bem absolutamente, independente do tempo que leve, tudo muda e somos obrigados a se adaptar. Muitos destes sistemas tiram essa noção de adaptação que passamos continuamente, para esses sistemas pessoas são descartáveis, quando erramos em uma folha em branco não corrigimos o erro e sim amassamos a folha para usar uma nova e assim esses sistemas fazem com as pessoas, então muitas estão sobre controle, mantem ativamente estes sistemas e acabam obrigando a nós termos a mesma necessidade, está em nosso meio e somos influenciados a isso, dez mil propagandas são o suficiente para enganar qualquer um e tudo que temos é propaganda. Mas como podemos fazer parte disso e afirmo que podemos utilizar a arma do inimigo contra ele, buscamos fazer nossa parte em tornar pelo menos o nosso meio um lugar melhor mesmo que salvar o mundo seja impossível.

11 de março de 2013

Pensares de uma noite qualquer no mesmo marasmo solitário de sempre.


Hoje já não consigo pensar no que está faltando, essa sensação terrível de nunca ter tido nada e ao mesmo tempo ter tudo é muita reclamação para um companheiro que só deveria agradecer. Pensei que poderia esperar mais mas mesmo que com pouco tempo a angustia de ter que esperar é tamanha, que não deixa que eu me sinta bem por dentro-. Minhas irritações brotam como se tudo estivesse errado e nem por um minuto eu consigo parar de pensar em coisas que não deveria, já tive a ideia de não se preocupar com o que não está junto de mim, mas insistentemente tudo que acontece me leva pra vontades irreais, aqueles sonhos acordados que insistem em voltar. Já me sinto quadrado e no formato da cadeira, as coisas novas que chegam logo se tornam rotina, toda a esperança que estava em suas mãos foi solta e nunca me avisaram de nada. Preciso de passos pra poder perder a sensação de poder, poder este que eu nunca tive mas ainda assim impera sobre mim. Posso precisar de certas palavras antes mesmo que as que eu disse façam algum sentido. Precisar de outra pessoa é uma condição terrível pra quem se desapega de tudo, não consigo amar um objeto, talvez um mascote, mas contudo, quero uma pessoa. Já percebi que nunca entenderam a minha vontade, mesmo que sendo uma das melhores coisas do mundo, sexo não é e nem vai ser o objeto principal de minhas buscas e crescimentos interiores, gosto das experiências e é sim uma das melhores coisas a se fazer, mas não é isso que me deixa amargando de falta de alguém  Por horas ficar observando tudo parado ao meu redor, sendo a unica fonte de criatividade minhas mãos e meu pensamento que não para e nem quer parar, o sono vem tarde demais pra levar embora todas as angustias do meu dia. Se queria alguém aqui comigo, era pra criar comigo, rir comigo, fazer qualquer coisa que me impedisse de sentir sozinho, qualquer pessoa poderia fazer isto muito bem, mas mesmo as que entendem isto não fazem o minimo esforço, fazendo com que eu pense que tudo isso está dependendo só de mim, infelizmente a verdade é dura mas eu cansei de ter que me virar tanto. Meus pais dormindo em seu quarto me traz segurança, suas rotinas semanais pra me fazer bem são as quais devo maior apreço. Conheço o meu lado sem atenção que passa horas vendo vários online e não fala nada, que passa horas sabendo com quem conversar mas não fala nada, acho que esse meu 'falar nada' é o que corta todas as objeções. Maldito ciclo, todas as coisas dependem umas das outras para se manter e isso faz com que eu pense que o meu ciclo está sem alguma engrenagem, falha demais e não deixa nada acontecer como eu quero. Minhas objeções vão muito além, pois envolve amigos, família e todos aqueles que entrarem na minha vida e se tornarem influencia mas ainda assim não consigo compreender o motivo de tanta necessidade, só quero colocar meu coração no lugar pois é a peça que está fora do eixo.

17 de fevereiro de 2013

Odeio ficar são.




Todos sabemos que sempre existe algo em nossa mente que nos coloca a frente, que mostra quem somos e como agimos.

Quando minha mente está limpa tudo que sinto é ruim, estou condicionado e infelizmente dependente de algo.
É engraçado dizer isto tendo em vista alguém como eu, que me mostro livre de sistemas, mas a liberdade é apenas um sonho, amamos o que nos prende.Posso até ser livre, mas não sou livre de mim mesmo.
Só sei que agora preciso das coisas que alteram minha percepção para que eu possa me sentir um pouco melhor, afinal as coisas que eu tanto quero parecem fugir de mim.


7 de fevereiro de 2013

Trecho de A Erva Do Diabo de Carlos Castañeda.


Domingo 15 de abril de 1962

Quando eu estava me preparando para partir, tornei a lhe perguntar acerca dos
inimigos do homem de conhecimento. Argumentei que ia passar algum tempo sem voltar, e
que seria uma boa ideia escrever as coisas que ele tivesse a dizer e pensar a respeito enquanto
estivesse fora. Hesitou um pouco, mas depois começou a falar:
- Quando um homem começa a, aprender, ele nunca sabe muito claramente quais seus
objetivos. Seu propósito é fumo; sua intenção, vaga. Espera recompensas que nunca se
materializarão, pois não conhece nada das dificuldades da aprendizagem.
"Devagar, ele começa a aprender... a princípio, pouco a pouco, e depois em porções
grandes. E logo seus pensamentos entram em choque. O que aprende nunca é o que ele
imaginava, de modo que começa a ter medo. Aprender nunca é o que se espera. Cada passo da
aprendizagem é uma nova tarefa, e o medo que o homem sente começa a crescer
impiedosamente, sem ceder. Seu propósito torna-se um campo de batalha.
"E assim ele se deparou com o primeiro de seus inimigos naturais: o Medo! Um
inimigo terrível, traiçoeiro, e difícil de vencer. Permanece oculto em todas as voltas do
caminho, rondando, à espreita. E se o homem, apavorado com sua presença, foge, seu inimigo
terá posto um fim à sua busca.
- O que acontece com o homem se ele fugir com medo?
- Nada lhe acontece, a não ser que nunca aprenderá. Nunca se tornará um homem de
conhecimento. Talvez se torne um tirano, ou um pobre homem apavorado e inofensivo; de
qualquer forma, será um homem vencido. Seu primeiro inimigo terá posto um fim a seus
desejos.
- E o que pode ele fazer para vencer o medo?
- A resposta é muito simples. Não deve fugir. Deve desafiar o medo, e, a despeito dele,
deve dar o passo seguinte na aprendizagem, e o seguinte, e o seguinte. Deve ter medo, mente,
e no entanto não deve parar. É esta a regra! E o momento chegará em que seu primeiro
inimigo recua. O homem começa a se sentir seguro de si. Seu propósito torna-se mais forte.
Aprender não é mais uma tarefa aterradora. Quando chega esse momento feliz, o homem pode
dizer sem hesitar que derrotou seu primeiro inimigo natural.
- Isso acontece de uma vez, Dom Juan, ou aos poucos?
- Acontece aos poucos e no entanto o medo é vencido da repente e depressa.
- Mas o homem não terá medo outra vez, se lhe acontecer alguma coisa nova?
- Não. Uma vez que o homem venceu o medo, fica livre dele o resto da vida, porque,
em vez do medo, ele adquiriu a clareza de espírito que apaga o medo. Então, o homem já
conhece seus desejos; sabe como satisfazê-los. Pode antecipar os novos passos na
aprendizagem e uma clareza viva cerca tudo. O homem sente que nada se lhe oculta.
"E assim ele encontra seu segundo inimigo: a Clareza! Essa clareza de espírito, que é
tão difícil de obter, elimina o medo, mas também cega.
"Obriga o homem a nunca duvidar de si. Dá-lhe a segurança de que ele pode fazer o
que bem entender, pois ele vê tudo claramente. E ele é corajoso porque é claro e não pára
diante de nada porque é claro. Mas tudo isso é um engano; é como uma coisa incompleta. Se
o homem sucumbir a esse poder de faz-de-conta, sucumbiu a seu segundo inimigo e tateará
com a aprendizagem. Vai precipitar-se quando devia ser paciente, ou vai ser paciente quando
devia precipitar-se. E tateará com a aprendizagem até acabar incapaz de aprender mais
qualquer coisa.
- O que acontece com um homem que é derrotado assim, Dom Juan? Ele morre por
isso?
- Não, não morre. Seu inimigo acaba de impedi-lo de se tornar um homem de
conhecimento; em vez disso, o homem pode tornar-se um guerreiro valente, ou um palhaço.
No entanto, a clareza, pela qual ele pagou tão caro, nunca mais se transformará de novo em
trevas ou medo. Será claro enquanto viver, mas não aprenderá nem desejará nada.
- Mas o que tem de fazer para não ser vencido?
- Tem de fazer o que fez com o medo: tem de desafiar sua clareza e usá-la só para ver,
e esperar com paciência e medir com cuidado antes de dar novos passos; deve pensar, acima
de tudo, que sua clareza é quase um erro. E virá um momento em que ele compreenderá que
sua clareza era apenas um ponto diante de sua vista. E assim ele terá vencido seu segundo
inimigo, e estará numa posição em que nada mais poderá prejudicá-lo. Isso não será um
engano. Não será um ponto diante da vista. Será o verdadeiro poder.
"Ele saberá a essa altura que o poder que vem buscando há tanto tempo é seu, por fim.
Pode fazer o que quiser com ele. Seu aliado está às suas ordens. Seu desejo é a ordem. Vê
tudo o que está em volta. Mas também encontrou seu terceiro inimigo: o Poder!
"O poder é o mais forte de todos os inimigos. E naturalmente a coisa mais fácil é
ceder; afinal de contas, o homem é realmente invencível. Ele comanda; começa correndo
riscos calculados e termina estabelecendo regras, porque é um senhor.
"Um homem nesse estágio quase nem nota seu terceiro inimigo se aproximando. E de
repente, sem saber, certamente terá perdido a batalha. Seu inimigo o terá transformado num
cruel e caprichoso.
- E ele perderá o poder?
- Não, ele nunca perderá sua clareza nem seu poder.
- Então o que o distinguirá de um homem de conhecimento?
- Um homem que é derrotado pelo poder morre sem realmente saber manejá-lo. O poder é
apenas uma carga em seu destino. Um homem desses não tem domínio sobre si, e não sabe
quando ou como usar seu poder.
- A derrota por algum desses inimigos é uma derrota final?
- Claro que é final. Uma vez que esses inimigos dominem o homem, não há nada que
ele possa fazer.
- Será possível, por exemplo, que o homem derrotado pelo poder veja seu erro e se
emende?
- Não. Uma vez que o homem cede, está liquidado.
- Mas, e se ele estiver temporariamente cego pelo poder, e depois o recusar?
-Isso significa que a batalha continua. Isso significa que ele ainda está tentando ser
um homem de conhecimento. O indivíduo é derrotado quando não tenta mais e se abandona.
- Mas então, Dom Juan, será possível que um homem se entregue ao medo durante
anos, mas que no fim ele o vença.
- Não, isso não é verdade. Se ele ceder ao medo, nunca o vencerá porque se desviará
do conhecimento e nunca mais terá. Mas sé procurar aprender durante anos no meio de seu
medo, acabará dominando-o, porque nunca se entregou realmente a ele.
- E como o homem pode vencer seu terceiro inimigo, Dom Juan?
- Também tem de desafiá-lo, propositadamente. Tem de vir a compreender que o poder
que parece ter adquirido, na nunca é seu. Deve controlar-se em todas as ocasiões, Com
cuidado e lealdade tudo o que aprendeu. Se conseguir ver que a clareza e o poder, sem seu
controle sobre si, são piores do que os erros, ele chegará a um ponto em que lado. Então,
saberá quando e como usar seu poder. E assim terá derrotado seu terceiro inimigo.
"O homem estará, então, no fim de sua jornada do saber, e quase sem perceber
encontrará seu último inimigo: a Velhice! Este inimigo é o mais cruel de todos, o único que
ele não conseguirá derrotar completamente, mas apenas afastar.
"É o momento em que o homem não tem mais receios, não tem mais impaciências de
clareza de espírito... um momento em que todo seu poder está controlado, mas também o
momento em que ele sente um desejo irresistível de descansar. Se ele ceder completamente a
seu desejo de se deitar e esquecer, se ele se afundar na fadiga, terá perdido o último round, e
seu inimigo o reduzirá a uma criatura velha e débil. Seu desejo de se retirar dominará toda sua
clareza, seu poder e sabedoria.
"Mas se o homem sacode sua fadiga, e vive seu destino completamente, então poderá
ser chamado de um homem de conhecimento, nem que seja no breve momento em que ele
consegue lutar contra o seu último inimigo invencível. Esse momento de clareza, poder e
conhecimento é o suficiente."