24 de junho de 2017

Conjuntura pessoal

Eu que sempre me orientei como anarquista por princípios e práticas cheguei a um nível ainda mais elevado dentro da anarquia. 

Tudo é efêmero e se torna utópico, e que diante da vastidão de princípios diferentes sobre as relações fica ainda mais difícil se falar sobre liberdade. Existe uma profunda crença enraizada na nossa sociedade de que relacionamentos são posses (ao ler a A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. percebo a relação de negócios de um casamento), ainda mais quando todo o viés de cunho romântico, que demanda uma troca de amor, é culturalmente cheio de imposições, é comercializado e criado na mente das pessoas como algo cheio de regras e o amor só acontece quando é livre e aprendi com meu relacionamento o que é isso.

Eu atingi o tão mal esclarecido amor livre, um amor verdadeiro e tão incomum que é visto de forma errada por causa destes velhos paradigmas, imposições machistas do passado. Somos sexualmente livres e eu precisava expressar isso, é uma conquista muito valiosa do meu ponto de vista anarquista, é algo que eu sei que as pessoas não aceitam bem pois maioria das quais conversei sobre o assunto não recebem bem esta informação, mas para mim é o contrário do que eles sentem, eu sinto elevação, evolução, não me importo com o que pensam sobre isso.

No inicio fiquei desnorteado mas depois percebi que era o melhor a se fazer.

Meu amor pela minha parceira permanece o mesmo e aumenta todos os dias da minha vida, mas com certeza esta liberdade sexual suprirá o que não podemos mais encontrar um no outro e nossa maturidade nos permite separar as coisas.

Este é um dos momentos mais felizes da minha vida pois é de perceptível evolução e revolução para mim é principalmente aquela que começamos em nós mesmos.

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